Mostrando postagens com marcador projeto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador projeto. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

I SIMPÓSIO DE LINGUÍSTICA E TECNOLOGIA EDUCATIVA DA UNIFRAN

Drª Maria Regina e Prof. Fernando Ferreira 
Com a premissa de reunir pesquisadores nacionais e internacionais das áreas de Letras, Linguística, Educação e Tecnologia Educativa em torno da questão das práticas de leitura e escrita em suas diferentes abordagens, o Mestrado em Linguística da Unifran, o GTEDI - Grupo de Texto e Discurso, e o Projeto Observatório da Educação “Linguagens, Códigos e Tecnologias: Práticas de Ensino de Leitura e Escrita na Educação Básica – Ensino Fundamental e Médio” deram inicio hoje, 01 de dezembro de 2011, ao I SIMPÓSIO DE LINGUÍSTICA E TECNOLOGIA EDUCATIVA.

Promovidos pela CAPES, INEP, Observatório da Educação e Unifran, o congresso tem o objetivo de discutir problemas relacionados às linguagens, códigos e tecnologias com vistas a estabelecer relações entre os avanços da Linguística nessas áreas e o ensino das práticas de leitura e escrita na Educação Básica.

Maria Regina Momesso, coordenadora do programa de Mestrado em Linguística da Unifran, disse que são dez escolas em São Paulo e Minas Gerais que estão envolvidas no Projeto e que receberam cerca de 200 inscrições de várias regiões do Brasil. “Nosso objetivo principal é socializar as pesquisas em Linguística com a comunidade em geral”. Completou.

Clique nos links e Conheça.

terça-feira, 3 de maio de 2011

A Jambêndula, o jornal mural do bloco verde

Quem já passou pelo bloco verde certamente já parou pelo menos uma vez para ler “A Jambêndula”, um jornal mural dos cursos de Comunicação Social. Um projeto coordenado pelo professor Fábio Swartele e como parte de uma disciplina prática do curso, ele explica o que é um jornal mural e como surgiu A Jambêndula.

“Um jornal mural tem como objetivo atingir pessoas que passam por um determinado local e que não tem muito tempo pra ler, muito usado nas empresas, ele geralmente aborda assuntos de interesse comum daquela população”. Disse Swartele.

Em sua 13º edição e no seu quarto ano de existência A Jambêndula foi um nome escolhido para fazer alusão à história da imprensa brasileira. “Esse nome contundente se espelha nos primeiros jornais do Brasil criados para contestar o império e além de usar um tom sarcástico para atrair seus leitores, ele é sempre monocromático (uma cor só), para facilitar a identificação quando muda a edição, feita bimestralmente durante a semana de provas”. Completou.

Disse também que a idéia de um jornal mural surgiu junto à criação do curso de comunicação na Unifran, mas antigamente, como não existia o recurso da computação, o jornal era feito com fundo de EVA e recortes de revistas e jornais até chegarem ao atual projeto com suporte de vidro e adesivo.
diHITT - Notícias