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terça-feira, 17 de abril de 2012

Biblioteca da Unifran, um local propício para estudos durante o ano todo

Iniciou-se na última segunda-feira, 16 de abril, a primeira semana de provas de 2012 na Unifran, e com isso a biblioteca tem se encontrado bastante movimentada durante os três períodos da universidade.




Carmem Lígia, bibliotecária responsável da Unifran, reforça que o ambiente é extremamente agradável e conta com, em média, 37 mil títulos e 115 mil exemplares espalhados pelo bloco branco. Todo o material pode ser livremente utilizado para pesquisa.

A biblioteca conta ainda com sete salas de estudos em grupos e 42 cabines de estudos individuais, além, é claro, de mesas espalhadas por todo o ambiente onde o wireless da Unifran funciona perfeitamente. O aluno também pode levar para casa até três livros de uma só vez por um período de sete dias.

“O silêncio é de extrema importância no ambiente da biblioteca; existem pessoas muito concentradas em seus estudos e devemos respeitá-las. Aproveito também para convidar quem ainda não utiliza a biblioteca como local de estudos. Serão todos bem-vindos”, disse Carmem Lígia.
 

 


terça-feira, 13 de março de 2012

FAPESP aprova projeto de intercâmbio da Unifran com a França

Eduardo, Alex e Lucas
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) da França aprovaram o projeto de pesquisa enviado pelos professores Dr. Eduardo José Nassar e Dr.Lucas Alonso Rocha, que tem a colaboração do doutorando em Ciências, Alex Marçal.

O projeto tem duração de 24 meses e tem como objetivo promover o intercâmbio de pesquisadores e alunos da Unifran e da Universidade Paul Sabatier, na cidade de Toulouse, na França. Cada instituição desenvolverá novos materiais emissores de luz que são aplicados, por exemplo, em telas e displays de LED ou de plasma. A Unifran ficará responsável pela preparação a partir do processo sol-gel não hidrolítico, e a Universidade Paul Sabatier, pelo processo de pirólise de aerossol.

Intitulado “Estudo e caracterização de sistemas à base de óxido de nióbio a partir dos processos: sol-gel não hidrolítico e pirólise de aerossol”, o projeto receberá na Unifran pesquisadores franceses do mesmo modo que pesquisadores do grupo de pesquisa Sol-Gel passarão uma temporada na Universidade Paul Sabatier, na França.

“Recebemos a notícia com bastante alegria, pois para o projeto ser aceito, ele passou pela análise dos dois órgãos de fomento, a FAPESP e o CNRS”, completou Lucas.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Na prevenção do câncer, pesquisa da Unifran realiza testes com o fruto-do-lobo.

Carla Carolina Munari
Entre as inúmeras pesquisas realizadas pelo Laboratório de Citogenética e Mutagênese da Unifran, uma delas realizada pela doutoranda em Ciências, Carla Carolina Munari, se refere ao extrato do fruto do solanum lycocarpum, popularmente conhecido como fruto-do-lobo, muito utilizado na medicina popular para redução dos níveis de colesterol.

A utilização de plantas medicinais tem popularidade crescente dia após dia sobre a medicina tradicional, se tornando uma abordagem alternativa para o tratamento de várias doenças. No entanto, as evidências científicas sobre a eficácia dessas plantas são limitadas e muito pouco se conhece sobre o seu modo de ação. Portanto, se faz importante entender não apenas a eficiência e o seu modo de ação, mas também conhecer os seus possíveis efeitos tóxicos. Nesse sentido, a aluna Carla vem desde a graduação trabalhando com testes de citogenética e mutagênese na Unifran. Em seu doutorado Carla realiza ensaios de toxidade com o extrato do fruto-do-lobo a fim de saber o nível tóxico deste composto para as células, além de realizar ensaios mutagênicos, para saber se o uso do extrato pode causar alguma alteração sobre o material genético (DNA). “Tudo isso tem como objetivo alertar a população sobre a segurança do que eles estão ingerindo e informar a maneira e dosagem mais correta de utilizar o extrato”, completa.

São realizados também testes com duas substâncias isoladas presentes no fruto-do-lobo, são a solamargina e solasonina. Os testes avaliam o potencial dessas substâncias em inibir a proliferação de células tumorais. “Resultados positivos já foram encontrados como, por exemplo, a inibição da proliferação de células tumorais por essas duas substâncias, inclusive, com resultados melhores que alguns quimioterápicos já existentes no mercado”, disse ela.

No entanto, Carla deixa claro que “Os resultados são preliminares, pois são testes feitos somente com células in vitro, e para que essas substâncias possam ser usadas para o tratamento em humanos, são necessários muitos estudos”. Algo que ela tem se dedicado diariamente nos laboratórios da Unifran.

A pesquisa é realizada sob a orientação da Prof.ª Dr.ª Denise Crispim Tavares e conta com o apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), por meio de uma bolsa de doutorado concedida a aluna Carla Carolina Munari. Além do apoio da Universidade, do Programa de Pós-Graduação em Ciências (Mestrado e Doutorado) e agências de fomento do Brasil.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Pesquisa da Unifran ajuda no desenvolvimento de telas de TV com maior qualidade de imagem.

Prof. Dr. Eduardo Nassar  e a Mestranda Marcela Matos 
O pessoal da pesquisa da Unifran vem se destacando cada vez mais, com as inúmeras áreas que trabalham, e mais uma vez o grupo de pesquisa Sol-Gel mostra que dedicação e trabalho trazem ótimos resultados. Fruto de uma pesquisa iniciada ainda na graduação, durante o estágio de iniciação científica, a mestranda Marcela Guedes Matos orientada pelo Prof. Dr. Eduardo J. Nassar desenvolve pesquisa com Luminóforos, sólidos cristalinos que convertem a energia recebida em radiação visível.

Convivemos diariamente com os Luminóforos, os quais podem ser observados em lâmpadas fluorescentes (pó branco que reveste internamente a lâmpada); intensificadores de imagens de raios X (que proporcionam menor exposição do paciente à radiação); lasers; telas de televisores coloridos sejam elas de plasma, de LED ou de tubos; lâmpadas sem mercúrio; sensores, dentre outras aplicações.

O principal objetivo dos pesquisadores da Unifran é preparar esse material utilizando uma metodologia diferente das existentes no mercado, que atualmente preparam esses materiais utilizando altas temperaturas, aproximadamente 1500 ºC. “Aqui na Unifran conseguimos preparar eficientes luminóforos em temperaturas mais baixas na ordem de 110 ºC, empregando a metodologia sol-gel, que produz luminóforos bastante eficientes e com melhor resolução de imagens e o menor gasto de energia refletindo no custo final do produto, logo menor preço”, explicou Marcela.

Em fase de finalização do Mestrado e com o projeto de Doutorado aprovado pela FAPESP (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo), Marcela continuará sua pesquisa sobre a obtenção de Luminóforos nos laboratórios da Unifran, que com certeza chegará a resultados ainda mais eficazes. A pesquisa conta com apoio da Universidade, do Programa de Pós-Graduação em Ciências (Mestrado e Doutorado) e agências de fomento do Brasil.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Sempre contribuindo para os melhores resultados na industria grupo de pesquisa da Unifran desenvolve materiais ecologicamente corretos para baratear os processos catalíticos

 Tassiana, Jediel, Camila e Lucas
Dentre as várias áreas de pesquisa desenvolvidas pelo grupo de Pesquisa Sol-Gel, a síntese de materiais mesoporosos (materiais que possuem diâmetro de poros entre 2 e 50 nm) tem como objetivo melhorar as propriedades catalíticas de alguns catalisadores utilizados na industria.

Coordenados pelo Prof. Dr. Lucas A. Rocha, os alunos de iniciação científica Jediel Oliveira, Thassiana Martins, Camila Ferreira e Júnia Mendes, juntamente com o mestrando Leodoro dos Santos e o doutorando Carlos Roberto Matias, desenvolvem matrizes que contêm pequenos poros capazes de suportar outras substâncias. Essas matrizes atuam como suportes para melhorar as propriedades físico-químicas dos catalisadores.

“Daremos como exemplo um catalisador que apresenta o início de sua decomposição em torno de 150 ºC, ou seja, a partir dessa temperatura, seu desempenho catalítico começa a diminuir. Contudo, algumas reações são processadas em temperaturas superiores a 150 °C, e, para isso, incorporamos esses catalisadores nas matrizes mesoporosas, que funcionam neste caso como uma armadura que aumenta a resistência térmica e preserva suas propriedades catalíticas”, explicou Lucas.

Ele explicou ainda que atualmente, na indústria, a separação dos materiais é feita por meio de filtros e/ou decantação, o que leva tempo e deixa o processo mais caro. Nas matrizes desenvolvidas pelo grupo, é possível utilizar partículas magnéticas, que facilitam a posterior separação dos catalisadores. Além disso, as matrizes utilizadas pelo grupo são ecologicamente corretos, uma vez que são preparadas com óleos vegetais (fontes renováveis), e não por derivados do petróleo.

Saiba mais sobre materiais catalíticos clicando aqui:

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Na luta da preservação do meio ambiente, grupo de pesquisa da Unifran desenvolve materiais catalíticos que ajudam a deixar processo industriais menos poluentes

Michele, Liziane, Ana Laura e Emerson
Cada vez mais preocupados com a preservação do meio ambiente, o grupo de pesquisa SolGel, desenvolve pesquisa de materiais utilizados nos processos catalíticos para a fabricação de produtos químicos, fármacos e muito utilizados também na agroindústria. Coordenado pelo Prof. Dr. Emerson H. de Faria e Dr. Kátia Ciuffi, tem como integrantes os doutorandos, Gustavo Pimenta Ricci, Liziane Marçal da Silva, Michele Saltarelli e Alex Lemes Marçal, a mestranda, Ana Laura Lovo de Carvalho e os alunos de Iniciação Cientifica, Frederico Matias Lemos, Breno Ferreira Freitas e Francielle Rodrigues.

Para melhor entender, Emerson cita como exemplo os catalisadores de carros, responsáveis pela diminuição de poluentes e completa dizendo que 85% de todo processo industrial utiliza em alguma etapa de sua produção, um processo catalítico como, por exemplo, o Nylon que é obtido em uma reação catalítica. “Estudamos novos catalisadores que utilizam em seu processo, materiais baseados em Alumina, Sílica, aluminosilicatos e Argilas a fim de melhorar e baratear o processo nas indústrias e diminuir o lixo industrial”. Completou.

Além da já terem conseguido ótimos resultados como a seletividade e rendimentos iguais ou superiores aos utilizados hoje na indústria, o Grupo de Pesquisa SolGel também conseguiu trabalhar em condições brandas e temperatura ambiente, que antes era de 300ºC para 25ºC. “Desenvolvemos e aplicamos esses materiais sólidos no processo catalítico e a maioria dos testes surpreenderam pelo rendimento que obtivemos, podemos dizer que estamos no caminho certo”. Completou Liziane.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Alecrim-do-campo, principal fonte botânica da Própolis verde, é tema de pesquisa na Unifran

Pollyanna Francielli de Oliveira
“Alecrim-do-campo” ou “vassourinha” como é popularmente conhecido, tem sido bastante utilizado pelo laboratório de Mutagênese da Unifran como fonte de muitas pesquisas. Uma delas é a pesquisa desenvolvida pela aluna do Mestrado em Ciências, Pollyanna Francielli de Oliveira. Graduada em Ciências Biológicas, sua pesquisa é intitulada “Avaliação das atividades citotóxica e antigenotóxica da baccharina, um importante composto químico da Baccharisdracunculifolia em células de mamíferos in vivo e in vitro.”

Muito utilizado na medicina popular como antiinflamatório e no tratamento de doenças gastrintestinais, a B. dracunculifoliaé, principal fonte botânica da própolis verde, sendo a baccharina um dos compostos majoritários, tem se mostrado muito promissor atuando no DNA e protegendo o mesmo de possíveis danos. “O que mais tem nos impressionado é que a quantidade de baccharina presente no alecrim é de apenas 2% e mesmo com essa concentração muito baixa os efeitos tem sido ótimos”. Disse Pollyanna.

A pesquisa que teve início em fevereiro de 2010 e previsão de término em fevereiro de 2012 tem o objetivo de avaliar a atividade citotóxica e antigenotóxica da baccharina em células de mamíferos in vivo e in vitro, para isso foram realizados trabalhos de Ensaio Cometa e o Teste do Micronúcleo, todos os testes foram aprovados pelo comitê de ética em pesquisa da Unifran.


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pesquisadoras do laboratório de Mutagenese da Unifran desenvolvem testes toxicológicos em fármacos usados na cura do câncer.

Daiane Eleutério e Jaqueline Campos
O Laboratório de Mutagênese da Unifran tem se destacado pelo alto nível de pesquisas que vem realizando, e um deles é a pesquisa das alunas Daiane Eleutério Pereira e Jaqueline Campos Silva. Intitulados respectivamente, “Avaliação in vivo do potencial ganotóxico e citotóxico do complexo carbonilico de Rutênio pelos ensaios do micronúcleo e cometo” e “Avaliação in vitro do potencial genotóxico e citotóxico do complexo carbonilico de Rutênio pelo ensaio do micronúcleo em células V79 e HepG2”.

Apesar dos nomes complicados, a pesquisa basicamente fará uma avaliação dos danos causados no DNA pelo Complexo de Rutênio, um fármaco pré-clínico sintetizado na UFSCAR e que veio passar por todos os testes toxicológicos aqui na Unifran. “Existem vários fármacos no mercado que são muito tóxicos para o organismo, queremos saber se o Complexo de Rutênio vai causar danos menores para células saudáveis”. Disse Jaqueline que realiza sua pesquisa em células saudáveis e células tumorais.

Já Daiane, que teve sua pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa, realiza testes em animais vivos como camundongos, e em processo final de sua pesquisa, ela disse ter encontrado ótimos resultados em um dos testes, mas que em outro, o complexo se mostrou mais tóxico. “A intenção é saber se esse composto irá agir somente no tumor e não tanto nas células saudáveis” Completou ela.

Para saber mais sobre as pesquisas clique aqui e aqui

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Pesquisadores do Programa de Pós-graduação em Ciências da Unifran Participaram de Encontro na Turquia

A Society for Medicinal Plant and Natural Product Research (GA) é a principal e mais prestigiada sociedade européia dedicada à promoção da pesquisa em Plantas Medicinais e Produtos Naturais. Ela promove um encontro anual onde pesquisadores de todo o mundo têm a oportunidade de trocar experiências e contatos entre si, de modo a expandir os horizontes da pesquisa nesta área. O último destes encontros ocorreu recentemente (em Antália, na Turquia) e contou com a participação de quatro pesquisadores do Programa de Pós-graduação em Ciências da Unifran. Na ocasião, os professores Dr. Carlos Henrique Gomes Martins, Dr. Rodrigo Cassio Sola Veneziani, Dr. Sérgio Ricardo Ambrósio e Dr. Vladimir Constantino Gomes Heleno aproveitaram a oportunidade para inscrever seus trabalhos e divulgar as mais recentes pesquisas do Grupo de Pesquisas em Produtos Naturais da Unifran (GPNUF) envolvendo o isolamento, biotransformação, identificação e síntese de moléculas com potencial antimicrobiano e antiparasitário. A Pró-reitora de Pesquisa e Coordenadora do Programa, Profa. Dra. Kátia Jorge Ciuffi ressalta que a participação do grupo no encontro promovido pela GA é mais um avanço na estratégia de internacionalização das Pesquisas promovidas pela Instituição.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Plágio é tema de palestra do 3º Simpósio do Comitê de Ética em Pesquisa da Unifran.

A palestra que está acontecendo neste momento, no 3° Simpósio, vai tratar, inicialmente, sobre a distinção entre ética e direito, depois o foco será o direito autoral, direitos morais do autor e direitos patrimoniais, para poder entrar na questão do plágio. Nesta questão, será falado sobre quais os limites ao se utilizar uma obra alheia, quando ele se configura, quando existe apenas uma infração ética e até mesmo quando se torna um crime previsto no código penal.
Em uma conversa com Dr. Eliseu ele falou sobre a importância do tema.
“O mais importante, quando se trata do meio acadêmico é fazer uma distinção entre o plágio e a citação em uma pesquisa. Quando o aluno pode fazer uso, tanto para concluir uma graduação, ou seja, TCC, ou no mestrado, doutorado. E quais os limites que ele pode utilizar de obra alheia para não incorrer num plágio. E uma vez ocorrendo o plágio, como deve se comportar a comissão que vai apurar o fato”.
Hoje é o segundo dia do 3° Simpósio do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade de Franca, com a palestra: “Aspectos Éticos e Jurídicos do Plágio” com o palestrante Dr. Eliseu Florentino Mota Junior, promotor aposentado do Fórum de Franca.
Além desta palestra que ocorre agora, no período da noite, as 19h30 acontecerá ainda a palestra: “O Que Eu Preciso Saber Sobre a Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA)”, com o palestrante Prof. Dr. Iucif Abrão Nassif Junior, coordenador da Comissão de Ética no Uso de Animais e Pesquisador do Programa de Mestrado/Doutorado em Promoção em Saúde da Universidade de Franca.
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