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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Futebol, uma paixão comum no Brasil e na Unifran.

Jogar futebol é um hábito comum entre brasileiros. O famoso “rachão” é onde os amigos se encontram para colocar em prática suas habilidades, sonhando em um dia virar jogadores profissionais.

Baiano de Ilhéus, Vagner Melo dos Santos, do almoxarifado de ferramentas da Unifran, começou jogando na categoria de base do Corinthians, quando ainda morava em São Paulo, passou pelo Bragantino até chegar ao Botafogo de Ribeirão Preto, onde jogou por seis anos e se profissionalizou, foi emprestado para a Francana e jogou mais três anos. Quando conheceu a Unifran, jogou no time treinado pelo Dada, começou a trabalhar e a cursar Educação Física na Unifran deixando de lado o futebol profissional.
Hoje reúne as sextas-feiras no rachão, organizado pelos funcionários da Unifran, mas nunca esquece os bons momentos que o futebol lhe proporcionou: “Eu ainda jogava no time Junior do Botafogo quando conheci o Doni, hoje goleiro da seleção Brasileira, que na época jogava na Ferroviária, fiz um gol nele e viramos grandes amigos”.


Eduardo Santos Mendonça, do almoxarifado central da Unifran, aos 12 anos jogou como goleiro na Francaninha, categoria de base da Francana, hoje joga ás segundas, quartas e sextas-feiras, mas ressalta: “No momento estou parado porque machuquei”.
Sempre que surge um campeonato na Unifran ele é um dos primeiros a agitar o pessoal, e mostrando a galeria de troféus do almoxarifado relembra bons momentos jogando na Unifran: “Teve uma vez que eu defendi um pênalti em uma partida decisiva e logo depois o Vagner fez o gol da classificação, foi inesquecível”.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Unifran, o futebol está no sangue do brasileiro.


Uma paixão nacional. Todo dia nasce um brasileiro com futebol no sangue, pronto para integrar em algum time, das categorias de base ao profissional, passando inclusive pela várzea, categoria semi-profissional do futebol, e “chacrobol” jogado em campos menores como lazer.

Euripedes Afonso, o Dada do Almoxarifado do Poliesportivo da Unifran ,revelou jogar futebol desde criança em times do bairro e clubes maiores da cidade, mas lamenta não ter dado continuidade. “Hoje jogo apenas chacrobol, mas já joguei na várzea também”.
Funcionário da Unifran á 12 anos, conta que montaram um time uma vez que nunca perdeu em campeonatos internos, inclusive virou técnico e completa: “O futebol como profissional não me deu nada, mas na vida me ensinou muito, abrindo várias portas e proporcionando inclusive que eu entrasse na faculdade de Educação Física”.

Paulo Aparecido Brito, o Paulino de setor de Manutenção Predial da Unifran, é outro, que tem o futebol como parte de sua vida. Aos quinze anos fez um teste para jogar na Francana, não passou, mas continuou tentando, hoje joga toda semana no grupo de amigos que se reúne as sextas-feiras na Unifran e já disputou vários campeonatos. Na várzea jogou uma única vez e finaliza dizendo; “Me machuquei no primeiro jogo que entrei, naquele tempo era muito difícil jogar na Várzea, mas a experiência foi incrível”.
diHITT - Notícias